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Tecnologia, discutida ontem na Câmara Municipal, poderia resolver o problema da devolução de créditos dos estacionamentos rotativos.

09 Jul

Uma reunião ontem, na Câmara Municipal, discutiu alternativas para adotar a compensação de créditos aos usuários dos estacionamentos rotativos da Zona Azul, em Londrina. O Projeto de Lei nº 124/2013, do vereador Mario Takahashi (PV), prevê a devolução de troco, em moeda corrente ou crédito, dos valores referentes ao tempo não utilizado pelo usuário – o que hoje não ocorre.

Na ocasião, o gerente comercial da Versul Tecnologia, Rafael da Rosa, apresentou o sistema instalado nos parquímetros de Florianópolis (SC). A Versul é uma empresa de Novo Hamburgo (RS) e opera em parecia com a Digicon, de Gravataí (RS), que forneceu os aparelhos à capital catarinense. Em Londrina, os 237 parquímetros instalados pela Epesmel também são da Digicon.

Rafael da Rosa esclareceu que a restituição de créditos poderá ser feita em Londrina por meio da instalação de teclados e de novas configurações nas placas internas dos equipamentos. Os teclados permitiriam aos usuários e aos monitores registrarem o tempo de ocupação da vaga.

O upgrade tecnológico possibilitaria a aquisição de créditos antecipadamente na internet, a partir do cadastramento de placas, com pagamentos com cartões de crédito e débito ou boleto bancário. Os tickets também poderiam ser comprados por meio de smartphones e em pontos de vendas. Hoje, a compra é feita diretamente nos parquímetros.

O sistema, porém, inviabiliza a devolução dos valores em moeda corrente. “O sistema é on-line e não utiliza papel. No caso da utilização do smartphone, o usuário faz o check-in quando entra e o check-out quando sai da vaga. Em Florianópolis, o sistema foi adotado há três meses e os usuários estão adaptados”, contou Rafael da Rosa.

Se o sistema for implantado em Londrina, os usuários que comprarem o serviço por uma hora e utilizarem a vaga por um tempo inferior poderão reaproveitar os créditos restantes posteriormente. O sistema de 15 minutos de tolerância, que já faz parte do hábito dos londrinenses, seria mantido.

 

Fiscalização

Os monitores continuariam vendendo o serviço e prestando auxílio aos usuários nas ruas. Eles teriam acesso ao sistema e, ao digitarem as placas cadastradas na internet, poderiam conferir se o motorista possui crédito suficiente. Os monitores, porém, não estariam habilitados a autuar os clientes, papel dos agentes de trânsito.

O vereador Mario Takahashi disse acreditar que a reunião atendeu as expectativas. “O software é bem completo, o item de fiscalização é muito bom, evita a inadimplência e controla o limite legal de permanência na vaga, o que é fundamental para a rotatividade.”

Giovana Chiquim – Jornal de Londrina

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